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    <title>PT2030</title>
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    <item>
      <title>“Festa do Caraças” celebra Dia da Mãe com entrega surpresa de flores</title>
      <link>https://www.casestudyconsultants.pt/festa-do-caracas-celebra-dia-da-mae-com-entrega-surpresa-de-flores</link>
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      <content:encoded>&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A primeira edição da “Festa do Caraças” marcou o fim-de-semana em Torres Vedras com uma ação especial dedicada ao Dia da Mãe. O evento reuniu centenas de pessoas e destacou-se por uma emocionante entrega surpresa de flores a dezenas de mães presentes no recinto.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A iniciativa procurou valorizar o papel das mães de forma simples, mas significativa. “Queríamos criar um momento especial, cheio de carinho e emoção, que ficasse na memória das famílias”, explicou Paulo Rodrigues, participante na organização do evento.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A distribuição das flores aconteceu durante a tarde, apanhando muitas mães de surpresa e criando momentos de emoção entre familiares e visitantes. Entre sorrisos, abraços e fotografias, a homenagem tornou-se um dos pontos altos da festa.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Além desta iniciativa simbólica, a “Festa do Caraças” contou com animação musical, atuações ao vivo, espaços de convívio e atividades dedicadas às crianças, atraindo visitantes de vários pontos da região Oeste.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            ﻿
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A organização considera que a primeira edição superou as expectativas e promete novidades para futuras iniciativas.
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
      <pubDate>Tue, 05 May 2026 09:50:36 GMT</pubDate>
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    </item>
    <item>
      <title>“Entre portas e histórias”: um dia na estrada com um entrevistador do INE</title>
      <link>https://www.casestudyconsultants.pt/entre-portas-e-historias-um-dia-na-estrada-com-um-entrevistador-do-ine</link>
      <description />
      <content:encoded>&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           No início das manhãs de fins-de-semana, estando o tablet já carregado, o cartão de identificação pendurado ao pescoço e a lista de moradas cuidadosamente estudadas. Para quem está ao serviço do Instituto Nacional de Estatística (INE), os diversos inquéritos estão longe de serem apenas um exercício teórico são, sobretudo, um contacto direto com a realidade das famílias.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           “Cada porta é uma incógnita”, conta Paulo Rodrigues, entrevistador do INE. “Há quem nos receba com desconfiança, outros com curiosidade, e alguns até com vontade de conversar mais do que o questionário permite.”
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Numa localidade da região Oeste, a primeira entrevista do dia começa de forma tímida. Uma família aceita participar, ainda com alguma reserva. “Explico sempre que os dados são confidenciais e que este trabalho ajuda a compreender como vivem as famílias em Portugal. Quando percebem isso, ficam mais tranquilos”, explica.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Ao longo do dia, acumulam-se histórias que dão rosto aos números. Por exemplo, uma idosa que vive sozinha e enumera, com rigor, cada despesa mensal. Um casal que partilha as dificuldades em equilibrar o orçamento face ao aumento das rendas. Um estudante que admite não ter noção sobre os seus gastos até ser confrontado com as perguntas do inquérito.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           “O mais importante é perceber como o custo de vida pesa de forma tão diferente para cada família”, observa Paulo. “Para alguns, falar de rendimentos é desconfortável; para outros, revela uma certa resignação.”
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Nem sempre o trabalho é fácil. Há portas que não se abrem, recusas camufladas e, por vezes, desconfiança quanto à legitimidade da abordagem. “Já me perguntaram se era burlão ou se estava a recolher dados para operadoras… faz parte. É preciso ser resiliente e saber comunicar com clareza”, admite.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Apesar dos desafios, o contacto humano é, para Paulo, a maior recompensa. “Este part-time dá-nos uma perceção muito concreta do país real. Não são apenas números, são vidas, escolhas, dificuldades e prioridades.”
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           No final do dia, com várias entrevistas concluídas, regressa com a sensação de missão cumprida. Cada resposta recolhida representa mais uma peça essencial para construir um retrato fiel do país, capaz de apoiar decisões económicas e políticas públicas mais informadas.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           “No fundo, somos um agente facilitador”, conclui. “Entre as pessoas e os dados que ajudam a melhorar o país.”
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
      <pubDate>Thu, 30 Apr 2026 11:11:49 GMT</pubDate>
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    </item>
    <item>
      <title>O PRR português vai ajudar a resolver a destruição do país</title>
      <link>https://www.casestudyconsultants.pt/o-prr-portugues-vai-ajudar-a-resolver-a-destruicao-do-pais</link>
      <description />
      <content:encoded>&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;h4&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           O PRR português vai ajudar a resolver a destruição do país
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h4&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Visualize a notícia completa
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;a href="https://expresso.pt/podcasts/economia-expresso/2026-02-13-o-prr-portugues-vai-ajudar-a-resolver-a-destruicao-do-pais-2933e8fc" target="_blank"&gt;&#xD;
      &lt;strong&gt;&#xD;
        
            aqui
           &#xD;
      &lt;/strong&gt;&#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           .
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
      <pubDate>Wed, 04 Mar 2026 15:44:13 GMT</pubDate>
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    </item>
    <item>
      <title>Mais de um terço das empresas dos EUA em Portugal com impacto negativo das tarifas</title>
      <link>https://www.casestudyconsultants.pt/mais-de-um-terco-das-empresas-dos-eua-em-portugal-com-impacto-negativo-das-tarifas</link>
      <description />
      <content:encoded>&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;strong&gt;&#xD;
      
           Apesar dos tempos especiais na relação comercial, Portugal tem de continuar a fazer negócios com os EUA, defende o Governo. “Não é um mercado de volume, é de valor. Tem uma capacidade aquisitiva muito importante”.
          &#xD;
    &lt;/strong&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Mais de um terço das empresas norte-americanas em Portugal sentiu um impacto negativo das tarifas impostas por Donald Trump. A conclusão é do barómetro da câmara de comércio luso-americana (AmCham).
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Entre os gestores inquiridos sobre a influência das tarifas, 37% responderam que as tarifas provocaram um aumento nos custos ou competitividade dos seus produtos/serviços.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Já 3% disseram ter saído beneficiados, com a redução de concorrência. E 39% disseram não ter tido um impacto relevante, com outros 21% a responderem: não sabem/não aplicável.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Por outro lado, medindo o impacto das tarifas, 34% dos inquiridos responderam que as tarifas tiveram ‘algum’ impacto, com 8% a responderem que tiveram ‘muito’ impacto. Já 34% respondeu que sentiu ‘pouco’ impacto e 16% não registou ‘nenhum’ impacto.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Presente na apresentação do estudo, o secretário de Estado da Economia defendeu que Portugal tem de continuar a fazer negócios com os EUA, apesar da instabilidade comercial, criada por Donald Trump.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           “Os EUA têm um papel importantíssimo. Independentemente das circunstâncias, é um mercado onde as empresas têm de continuar e fazer uma aposta”, disse João Rui Ferreira.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           “Não é um mercado de volume, é de valor. Os Estados Unidos não é quanto exportamos, mas o valor acrescentado. É uma parte importante da rentabilidade, é um mercado com capacidade aquisitiva muito importante”, acrescentou o governante.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           João Ferreira Dias destacou que o valor médio das exportações “é importante para manter a rentabilidade e competitividade”.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           E defendeu: “somos um país iminentemente atlântico. Temos uma relação umbilical que tem de ser mantida”.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           No inquérito realizado pela PwC para a AmCham, questionados se ajustaram as suas estratégias comerciais, 26% dos inquiridos responderam que sim, com o restante a responder que não.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           E como mitigaram os impactos das tarifas? As empresas aplicaram várias estratégias em simultâneo, incluindo acordos comerciais e parcerias estratégicas (50%), otimização de custos internos (40%) ou localização da produção (30%).
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           O barómetro realizado pela PwC para a AmCham também inquiriu os gestores americanos em Portugal sobre as suas expetativas para a economia nacional, com 16% a revelarem-se ‘pessimistas’ e 2% ‘muito pessimistas’ sobre o desempenho da economia portuguesa. Do total, 47% revelam estar ‘otimistas’ com a previsão e 4% ‘muito otimistas’; 31% dizem manter-se ‘neutros’.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           No seu negócio, 78% esperam ‘aumentar’ o volume de vendas, com 22% a prever ‘manter’. Já 65% prevê ‘novos investimentos’ da sua empresa.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Em termos de força de trabalho, 54% prevê um aumento das contratações, com 32% a prever a manutenção e 12% a preverem a redução do número de trabalhadores.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Em Portugal, os maiores desafios que os gestores identificam para as suas empresas são a competitividade no mercado, a complexidade regulatória e os processos burocráticos, e a cibersegurança.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            ﻿
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Para o país, os maiores desafios identificados são a complexidade regulatória e os processos burocráticos, a dificuldade em atrair e reter talento qualificado e a instabilidade económica/recuperação incerta.
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
      <pubDate>Wed, 04 Mar 2026 15:31:29 GMT</pubDate>
      <guid>https://www.casestudyconsultants.pt/mais-de-um-terco-das-empresas-dos-eua-em-portugal-com-impacto-negativo-das-tarifas</guid>
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    </item>
    <item>
      <title>Portugal considerada a melhor Economia do Mundo 2025</title>
      <link>https://www.casestudyconsultants.pt/portugal-considerada-a-melhor-economia-do-mundo-2025</link>
      <description />
      <content:encoded>&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;strong&gt;&#xD;
      
           Portugal destrona Espanha: é a “Economia do Ano 2025” no ranking anual da revista britânica The Economist, que compila dados económicos dos 36 países mais ricos do mundo.
          &#xD;
    &lt;/strong&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Pelo quinto ano consecutivo, a revista 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;a href="https://www.economist.com/finance-and-economics/2025/12/07/which-economy-did-best-in-2025" target="_blank"&gt;&#xD;
      
           The Economist
          &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
             elaborou um ranking dos 36 países mais ricos do mundo para encontrar a
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           economia com melhor desempenho
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           .
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Este ano,
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Portugal
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            aparece na primeira posição, destronando Espanha, a vencedora do ano passado, que, este ano, caiu para a quarta posição.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Para elaborar esta lista, a revista compilou dados de cinco indicadores económicos –
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           inflação, o desvio da inflação, o Produto Interno Bruto (PIB), o emprego e o desempenho da bolsa de valores
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           .
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           “Em 2025, [Portugal] conseguiu combinar um forte crescimento do PIB, baixa inflação e um mercado de ações em alta”, escreve a revista.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            A puxar pelo PIB e pelo emprego em Portugal, segundo a The Economist, está o turismo,
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           numa altura em que “muitos estrangeiros ricos estão a mudar-se
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            para o país para aproveitar as baixas taxas de impostos”.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Em segundo lugar nesta classificação aparece a Irlanda, seguida de Israel.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Nas piores posições, aparecem sobretudo economias mais a norte da Europa: Estónia, Finlândia e Eslováquia são as últimas nesta compilação de indicadores.
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           "É a reformar com coragem”
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Numa publicação na rede X, o primeiro-ministro,
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Luís Montenegro
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            , afirmou que “a distinção pela The Economist é uma justa
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           aclamação do mérito e do trabalho
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            dos portugueses e
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           reforça a motivação do Governo em seguir o rumo
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            que nos trouxe até aqui nos últimos meses”.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           “
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           É a reformar com coragem e a tornar o país mais competitivo e produtivo
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            que vamos continuar a criar emprego, a aumentar os salários e a reforçar o Estado social.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Assim, daremos mais bem-estar e mais futuro aos portugueses
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           ”, escreveu ainda o primeiro-ministro.
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
      <pubDate>Wed, 04 Mar 2026 15:27:15 GMT</pubDate>
      <guid>https://www.casestudyconsultants.pt/portugal-considerada-a-melhor-economia-do-mundo-2025</guid>
      <g-custom:tags type="string" />
    </item>
    <item>
      <title>Compacto Lusófono mostra oportunidades de investimento para acelerar o desenvolvimento inclusivo na 15.ª Cimeira da CPLP</title>
      <link>https://www.casestudyconsultants.pt/compacto-lusofono-mostra-oportunidades-de-investimento-para-acelerar-o-desenvolvimento-inclusivo-na-15-a-cimeira-da-cplp</link>
      <description />
      <content:encoded>&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           O Secretariado do Compacto Lusófono reuniu-se esta semana com os líderes da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP) na sua 15.ª Cimeira e fórum económico em Bissau, Guiné-Bissau. As reuniões de 15 a 18 de julho proporcionaram uma plataforma estratégica para mostrar o papel do Compacto Lusófono na atração de financiamento privado para acelerar o desenvolvimento económico sustentável nos países africanos membros.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Uma iniciativa do Banco Africano de Desenvolvimento em parceria com os governos de Portugal e do Brasil, o Compacto Lusófono apoia o investimento do setor privado nos seis Estados-membros africanos da CPLP: Angola, Cabo Verde, Guiné-Bissau, Moçambique, São Tomé e Príncipe e Guiné Equatorial. Representando uma comunidade de mais de 300 milhões de pessoas em quatro continentes, com um PIB combinado de 2,3 bil biliões de dólares em 2024, a CPLP tem um imenso potencial para o comércio, o investimento e a transformação económica inclusiva.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Os objetivos do Compacto são: promover o desenvolvimento inclusivo do setor privado, mobilizar financiamento misto e assistência técnica, fortalecer a resiliência económica e a integração regional e alinhar-se com as prioridades de desenvolvimento nacional e à agenda económica da CPLP.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Durante a cimeira, funcionários do secretariado do Compacto Lusófono participaram em diálogos políticos de alto nível sobre segurança alimentar, tecnologia e sustentabilidade, que estão em consonância com o foco temático da cimeira sob a presidência rotativa da Guiné-Bissau. A equipa do Compacto também apresentou o seu conjunto de ferramentas de financiamento e critérios de elegibilidade, apoiando os esforços de mobilização de recursos nos países membros.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           “A 15.ª Cimeira da CPLP constituiu uma oportunidade única para reforçar as prioridades estratégicas do Compacto Lusófono, em particular nas áreas da segurança alimentar, tecnologia e sustentabilidade”, afirmou Neima Ferreira, coordenadora do Compacto Lusófono no Banco Africano de Desenvolvimento. “Com as ferramentas, as parcerias e a visão adequadas, os países de língua portuguesa podem liderar uma nova era de desenvolvimento impulsionado pelo investimento”, acrescentou.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           O país anfitrião, a Guiné-Bissau, reafirmou o seu compromisso com o crescimento liderado pelo setor privado e manifestou forte interesse em alinhar os mecanismos de apoio do Compacto com a sua estratégia nacional de desenvolvimento.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Uma das principais realizações do Compacto é o Projeto Cabeólica, em Cabo Verde, uma parceria público-privada de energia eólica em grande escala, cofinanciado pelo Banco Africano de Desenvolvimento e pelo Banco Europeu de Investimento. O projeto fornece mais de 20% da eletricidade de Cabo Verde, evita a emissão de milhares de toneladas de CO2 por ano e criou mais de 150 empregos locais. A Cabeólica tornou-se uma referência em infraestruturas sustentáveis e financiamento inovador na região.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           À medida que os países de língua portuguesa procuram novos motores para o crescimento económico, o Compacto Lusófono oferece um mecanismo robusto para mobilizar capital do setor privado, promover a cooperação regional e avançar com objetivos de desenvolvimento comuns.
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
      <pubDate>Wed, 04 Mar 2026 15:07:11 GMT</pubDate>
      <guid>https://www.casestudyconsultants.pt/compacto-lusofono-mostra-oportunidades-de-investimento-para-acelerar-o-desenvolvimento-inclusivo-na-15-a-cimeira-da-cplp</guid>
      <g-custom:tags type="string" />
    </item>
    <item>
      <title>Plano de negócios, o que é e qual a sua importância?</title>
      <link>https://www.casestudyconsultants.pt/plano-de-negocios-o-que-e-e-qual-a-sua-importancia</link>
      <description />
      <content:encoded>&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           O Plano de Negócios, ou Business Plan, é um instrumento de gestão imprescindível que tem como objetivo planear as principais ideias e opções para uma análise correta de viabilidade de negócio, pretendendo proporcionar uma avaliação económica e financeira antes de pôr em prática essa ideia e minimizando, assim, a possibilidade de desperdiçar recursos e esforços, numa ideia sem viabilidade de longo prazo.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;h4&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Qual é a sua importância?
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h4&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           No caso de criação de novos negócios, o plano de negócios é um instrumento de gestão para qualquer empresa, na medida em que poderão recolher experiências em diferentes etapas de desenvolvimento em que encontram.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Dependendo do ponto de partida da empresa, o plano de negócios deverá ser elaborado, tendo em conta o objetivo a que se destina. Se o objetivo for atrair financiamento, o Plano de negócios deverá estar focado na análise de viabilidade económica e financeira.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Assim sendo, elaborar um plano de negócios força a equipa a refletir, esquematizar, planear e prever um conjunto de oportunidades identificadas. No caso particular, o plano de negócios possui uma finalidade externa à empresa, na medida em que é apresentado aos potenciais investidores e outros stakeholders, acerca da oportunidade de negócio que a empresa pretende alcançar.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Em termos comunicacionais, o plano de negócios facilita a transmissão dos objetivos e estratégias da empresa, funcionando como motor de toda a equipa em torno de uma causa comum, podendo ser observada ao nível dos benefícios.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           As vantagens são várias, no decorrer do processo de elaboração de um plano de negócios, destacando-se:
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;ul&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Permite testar a viabilidade das ideias de negócio;
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Permite identificar os riscos e atenuá-los, através de medidas preventivas;
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Permite captar recursos financeiros junto de entidades terceiras (investidores, instituições bancárias, joint ventures, etc.);
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Permite transmitir comunicação entre a equipa de gestor e o promotor, pois possui informações como objetivos, valores, missões, estratégias e metas que o irão orientar;
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Transmite solidez e credibilidade;
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Reforça a equipa de gestão.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
  &lt;/ul&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Em síntese, um plano de negócios é um documento que sistematiza os objetivos estratégicos de uma empresa, devendo ser utilizado para acompanhamento e controlo, comparando projeções e resultados, analisando desvios e a realização de ajustamentos.
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;h4&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Um Plano de Negócios como sugere o IAPMEI, deve possibilitar o seguinte:
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h4&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Qualquer processo de criação de um novo negócio deve ter como referência a elaboração de um Plano de Negócios. Este é importante para o sucesso futuro da empresa, dado que permite estruturar a informação recolhida sobre a ideia de negócio, proporcionando avaliar a sua viabilidade económico-financeira.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Antes de se avançarmos com a criação de uma empresa é importante conhecermos o meio envolvente e o sector de negócio onde se vai atuar, bem como a capacidade financeira e a adaptação à dimensão do negócio que pretendemos investir. Assim sendo, a elaboração de um Plano de Negócios é fundamental para a gestão quotidiana do negócio, pois possibilita:
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;ol&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Avaliar a viabilidade económica e financeira;
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Guiar as operações e implementar a estratégia de negócio;
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Atrair recursos e parceiros de negócio;
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Crescer e desenvolver a empresa de forma sustentável; e
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Promover os Recursos Humanos da empresa.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
  &lt;/ol&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A elaboração do Plano de Negócios é um processo que exige trabalho, dedicação, esforço coletivo, e na maioria dos casos exige conhecimentos financeiros, levando a que muitos empresários recorram a apoio técnico especializando junto de consultoras.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Nós na
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;a href="/sobre"&gt;&#xD;
      
           Case Study
          &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            temos a experiência necessária para a sua elaboração e ajudamos também o empresário a transpor as suas ideias de negócio para o papel.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Para mais informações
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;a href="/contactos"&gt;&#xD;
      
           contacte-nos
          &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           .
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
      <pubDate>Fri, 10 May 2024 13:50:02 GMT</pubDate>
      <guid>https://www.casestudyconsultants.pt/plano-de-negocios-o-que-e-e-qual-a-sua-importancia</guid>
      <g-custom:tags type="string" />
    </item>
    <item>
      <title>Avaliação de empresas, o que é e qual a sua importância?</title>
      <link>https://www.casestudyconsultants.pt/avaliacao-de-empresas-o-que-e-e-qual-a-sua-importancia</link>
      <description />
      <content:encoded>&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A Avaliação de Empresas, ou Enterprise Value, é um processo que visa determinar o valor de mercado de uma empresa, considerando os seus aspetos financeiros, operacionais, estratégicos e o setor em que se insere. A avaliação de empresas pode ter diversos objetivos, como fusões e aquisições (M&amp;amp;A), captação de investimentos, preparação da sucessão, reestruturação financeira, entre outros.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;h4&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Check-List de documentos mais importantes?
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h4&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Para executar uma avaliação de empresas, é preciso ter acesso a um conjunto de documentos que comprovem a sua situação financeira, patrimonial e contabilística. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Entre os documentos mais importantes para a avaliação de empresas, podemos enumerar os seguintes:
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;ul&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Balancete mais recente;
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Balanço e Demonstrações de Resultados dos últimos 3 anos;
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Relatório e Contas dos últimos 3 anos;
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            IES dos últimos 3 anos
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Mapa de Financiamento dos últimos 3 anos;
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Mapa das Vendas e FSE dos últimos 3 anos;
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Mapa do Imobilizado dos últimos 3 anos;
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Caracterização da empresa.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
  &lt;/ul&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Estes documentos são essenciais para que o consultor possa aplicar os métodos e as técnicas adequadas para estimar o valor de mercado da empresa.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;h4&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Numa Avaliação de Empresas deve-se elaborar um Relatório de Avaliação:
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h4&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Na Avaliação de Empresas, nós procedemos à elaboração do Relatório de Avaliação da Empresa, baseado na sua estrutura económico-financeira, efetuando uma análise da evolução previsional do negócio para os próximos 10 anos. Para determinar o seu valor, utilizamos habitualmente e internacional o Método do Discount Cash Flow (DCF) e o Método Patrimonial, confrontando com o valor de mercado (utilizando múltiplos do EBITDA).
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;h4&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Etapas de Elaboração de um Relatório de Avaliação:
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h4&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            1. Objetivos
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           – Na elaboração do Relatório de Avaliação é efetuando o diagnóstico de análise de mercado e estratégico, de forma definir o posicionamento, plano de ações e respetiva avaliação da empresa, para vir a cumprir com os seguintes objetivos:
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;ul&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Suportar o processo de venda junto de investidores;
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Suportar a apresentação de dossier de reestruturação financeira caso seja necessário.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
  &lt;/ul&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           2. Metodologia
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            - De referir que na metodologia seguida obedecemos à sequência geral das ações que se encontram ligadas aos objetivos da empresa e às suas necessidades empresariais, nomeadamente: 
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;ul&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Levantamento de dados gerais – Com vista ao conhecimento do pré-projecto e de toda a envolvente de negócios proceder à recolha de toda a informação necessária para o trabalho a realizar.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Diagnóstico de Análise Estratégica – Procederemos à análise SWOT, com base na sistematização da informação recolhida, para a determinação dos recursos, capacidades e competências da empresa identificando formas de vantagem competitiva.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Avaliação e Quantificação das Opções – Com base nos objetivos do projeto, e em sequência do diagnóstico da empresa, iremos proceder à sistematização da estratégia em ordem a permitir uma decisão sustentada sobre as perspetivas e condições para a viabilização da empresa.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Avaliação Económica e Financeira – Com a identificação dos meios e recursos necessários à opção de venda efetuaremos uma avaliação económica e financeira da empresa, com e sem plano de ações, avaliando os indicadores de rentabilidade, quantificados os respetivos riscos, procedendo à análise da situação tomando em consideração a decisão tomada.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Elaboração de um Teaser, para dar visibilidade em termos de divulgação e marketing para alcançar os objetivos de negócio.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
  &lt;/ul&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            ﻿
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            3. Proposta Financeira
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           - Para este processo propomos um honorário.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Nós na
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;a href="/sobre"&gt;&#xD;
      
           Case Study
          &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            temos a experiência necessária para a avaliação da sua empresa e ajudamos também a encontrar a melhor solução para o seu Futuro.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Para mais informações
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;a href="/contactos"&gt;&#xD;
      
           contacte-nos.
          &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
      <pubDate>Fri, 10 May 2024 13:42:12 GMT</pubDate>
      <guid>https://www.casestudyconsultants.pt/avaliacao-de-empresas-o-que-e-e-qual-a-sua-importancia</guid>
      <g-custom:tags type="string" />
    </item>
    <item>
      <title>Novo Governo promete acelerar execução de Fundos da UE</title>
      <link>https://www.casestudyconsultants.pt/novo-governo-promete-acelerar-execucao-de-fundos-da-ue</link>
      <description />
      <content:encoded>&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;h2&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Montenegro promete acelerar execução de fundos da UE"
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h2&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           "
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           O primeiro-ministro, Luís Montenegro, assegurou esta quinta-feira que Portugal está "muito empenhado" em recuperar atrasos na execução dos fundos europeus da coesão e do Plano de Recuperação e Resiliência (PRR), para ser "merecedor" destas verbas comunitárias.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Falando aos jornalistas, em Bruxelas, o primeiro-ministro refere que o Governo quer recuperar no atraso que diz existir no PRR nacional.
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Luís Montenegro define prazos de 60 dias para cumprir o que ainda precisa de ser feito para receber as verbas que faltam do 3.º e 4.º pagamento e de 90 dias para poder avançar com o pedido do 5.º pagamento.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           "
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Por
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;a href="https://www.rtp.pt/noticias/economia/montenegro-promete-acelerar-execucao-de-fundos-da-ue_a1565433" target="_blank"&gt;&#xD;
      
           Antena 1
          &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
      <pubDate>Thu, 09 May 2024 11:03:05 GMT</pubDate>
      <guid>https://www.casestudyconsultants.pt/novo-governo-promete-acelerar-execucao-de-fundos-da-ue</guid>
      <g-custom:tags type="string">Fundos Comunitários</g-custom:tags>
    </item>
    <item>
      <title>IA muda cenário de M&amp;A em 2024, afirmam especialistas</title>
      <link>https://www.casestudyconsultants.pt/ia-muda-cenario-de-m-a-em-2024-afirmam-especialistas</link>
      <description>Inteligência Artificial está entre as principais tendências em Fusões e Aquisições (M&amp;A) para 2024</description>
      <content:encoded>&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;h2&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           "Inteligência Artificial está entre as principais tendências em Fusões e Aquisições (M&amp;amp;A) para 2024"
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h2&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           "A inteligência artificial tem transformado a forma como as negociações são feitas. Sua capacidade em processar grandes volumes de dados em tempo real confere uma vantagem competitiva significativa, permitindo agilidade, decisões embasadas e análise de padrões e tendências. Isso resulta na identificação de oportunidades estratégicas mais eficazes.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Para o 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;a href="https://www.gartner.com.br/pt-br" target="_blank"&gt;&#xD;
      
           Gartner
          &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           , fornecedora de insights para executivos e suas equipes, a tecnologia, em particular a IA, está entre as principais tendências em Fusões e Aquisições (M&amp;amp;A) para 2024. Seja ela utilizada para aprimorar os processos relacionados à análise de empresas disponíveis no mercado, adquirir negócios baseados nessa tecnologia ou simplesmente navegar por um ambiente regulatório cada vez mais complexo.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Segundo
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            Leonardo Pansardi Grisotto, cofundador da ZAXO M&amp;amp;A Partners
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           , as Fusões e Aquisições permanecem sendo um motor de crescimento para a maioria das empresas, por isso a importância de abordar o tema. “Alcançar o sucesso com Fusões e Aquisições significará posicionar as empresas para a liderança de mercado por muitos anos. E o sucesso desse ano dependerá cada vez mais de como os executivos irão lidar com essas tendências de mercado, principalmente as relacionadas à tecnologia, as quais agregam alto valor competitivo às empresas”, diz.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h2&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           5 áreas do M&amp;amp;A que serão impactadas pela IA:
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h2&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           01 – IA acelerará o processo de Fusões e Aquisições:
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           O emprego da Inteligência Artificial terá um impacto significativo na melhoria da velocidade dos processos de Fusões e Aquisições. Leonardo Pansardi Grisotto, explica que o uso de ferramentas com essa inteligência pode auxiliar na identificação de possíveis alvos de aquisição, analisando grandes quantidades de dados de diferentes fontes e identificando, por exemplo, aquelas que oferecem o melhor retorno sobre o investimento (ROI), aumentando assim a probabilidade de aquisições bem-sucedidas.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Além disso, a IA auxilia também no chamado ‘Due diligence’, que é como um “pente fino” que verifica minuciosamente diferentes aspectos do negócio para garantir que o que a empresa diz esteja alinhado com o que ela realmente faz. O foco principal é realizar uma análise completa do lugar que a empresa ocupa no mercado, suas habilidades e os riscos, tanto a curto quanto a longo prazo.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           “Podemos considerar como uma espécie de auditoria, porém, mais ampla, que explora aspectos profundos da empresa, desde finanças e aspectos legais até questões trabalhistas, contabilidade, impostos, meio ambiente e até mesmo a parte tecnológica. Isso acelera o fechamento de negócios”, diz 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Jefferson Nesello, sócio-diretor da ZAXO.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           02 – Negócios em 2024 deverão priorizar empresas com IA
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A Inteligência Artificial será a principal tecnologia disruptiva a impactar as indústrias, segundo o Gartner. Por isso, embora fusões e aquisições de empresas baseadas nela ainda não sejam uma tendência generalizada, o órgão aconselha que a compra dessas seja uma prioridade em todas as estratégias de negócios em 2024.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           “Acreditamos que aqueles que não possuem as habilidades ou o prazo necessário para construir capacidades internamente podem optar por Fusões e Aquisições para obter acesso rápido à tecnologia”, diz Leonardo Grisotto, da ZAXO.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           03 – O tempo será de aquisições de pequenas empresas voltadas à tecnologia
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           As empresas podem ter dificuldade em fazer previsões precisas sobre fatores-chave da macroeconomia, como crescimento econômico, taxas de juros, inflação, recessão, emprego, custo de capital e confiança tanto empresarial quanto do consumidor. Isso pode impactar as decisões de investimento, estratégias de negócios e a confiança geral no ambiente econômico.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           As empresas de tecnologia, especialmente startups anteriormente valorizadas, enfrentarão desafios para captar sua próxima rodada de financiamento de risco e buscarão alternativas, como a possibilidade de serem adquiridas por compradores estratégicos. Assim, a sugestão é que empresas bem capitalizadas aproveitem esse cenário, explorando aquisições de empresas menores focadas em tecnologia, que possuem avaliações mais baixas, limitado acesso a financiamentos e enfrentam condições econômicas mais desafiadoras.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           04 – Proatividade frente à Fiscalização Regulatória coloca empresas à frente do mercado
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A fiscalização regulatória dos negócios de Fusões e Aquisições, especialmente por questões anticoncorrenciais e de segurança nacional, está em crescimento e permanecerá como um fator significativo em 2024, segundo o Gartner. Isso pode representar desafios para a concretização de grandes negócios no próximo ano.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           “Contudo, isso pode criar uma oportunidade competitiva para empresas estrategicamente posicionadas e favorecer um aumento no volume de negócios de menor porte. Para aqueles que têm o foco em operações mais substanciais, é importante adotar uma abordagem proativa junto aos órgãos reguladores neste ano. A IA pode ajudar bastante nesse aspecto, trazendo dados e insights valiosos para a tomada de decisões”, completa Jefferson Nesello, da ZAXO.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           05 – IA torna o ‘pós-fusão’ mais fácil e eficiente
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A IA facilita o processo de integração pós-fusão, automatizando várias tarefas, incluindo migração de dados, integração de funcionários e padronização de processos. Isso é possível graças à sua capacidade de examinar grandes conjuntos de dados que poderiam passar despercebidos de outra forma.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           “O cronograma é acelerado e os erros são minimizados quando a tecnologia analisa as informações e gera insights para uma abordagem mais eficaz de integração. Ela aponta os potenciais e os riscos de sinergia entre as empresas em processo de fusão, por exemplo”, conta Nesello.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Essas descobertas podem abrir portas para oportunidades de criação de valor após uma aquisição, incluindo a identificação de eficiências potenciais, como áreas de crescimento ou inovação."
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Por
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;a href="https://startupi.com.br/ia-muda-cenario-de-ma-em-2024/" target="_blank"&gt;&#xD;
      
           Startupi
          &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           11/02/2024
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
      <pubDate>Thu, 09 May 2024 10:59:36 GMT</pubDate>
      <guid>https://www.casestudyconsultants.pt/ia-muda-cenario-de-m-a-em-2024-afirmam-especialistas</guid>
      <g-custom:tags type="string">M&amp;A</g-custom:tags>
    </item>
    <item>
      <title>Fusões e aquisições podem crescer 15% em 2023. Saiba como aproveitar</title>
      <link>https://www.casestudyconsultants.pt/fusoes-e-aquisicoes-podem-crescer-15-em-2023-saiba-como-aproveitar</link>
      <description />
      <content:encoded>&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;h2&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Especialistas dão dicas de como o investidor pode aproveitar o mercado de fusões e aquisições no próximo ano
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h2&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;ul&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Até outubro de 2022, foram registradas aproximadamente 1.860 transações, apontou a plataforma de tecnologia financeira Transactional Track Record (TTR)
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Números levantados por Alexandre Pierantoni apontaram que a expectativa de fusões e aquisições pode aumentar em ao menos 15% no próximo ano
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Tradicionalmente, há uma valorização na cotação das empresas compradas porque ocorre um ágio oferecido pelo comprador, o que naturalmente movimenta o mercado para um preço do papel próximo ao ofertado
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
  &lt;/ul&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Os movimentos de 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;a href="https://einvestidor.estadao.com.br/tag/fusoes" target="_blank"&gt;&#xD;
      
           fusões
          &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            e aquisições (M&amp;amp;A na sigla em inglês) são de praxe operações que as empresas fazem, principalmente as companhias negociadas na bolsa de valores. E em 2023, segundo avaliação de especialistas, o mercado deve ficar mais aquecido do que o segundo semestre de 2022.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h6&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/h6&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Com a pressão inflacionária causada pela 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;a href="https://einvestidor.estadao.com.br/tag/guerra" target="_blank"&gt;&#xD;
      
           guerra
          &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            entre a Rússia e a Ucrânia, o mercado brasileiro ficou tensionado nos últimos meses do ano. João Rafael Araújo Filho, sócio da Grant Thornton, afirma que toda vez que a inflação está mais alta, os juros aumentam, e a empresa compradora fica mais meticulosa quanto a realizar essas operações.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Os juros são uma linha determinante no momento em que um comprador vai adquirir uma empresa. A escolha é sempre entre deixar o dinheiro render ou realizar um M&amp;amp;A para ter um retorno melhor. “Quando a
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;a href="https://einvestidor.estadao.com.br/tag/taxa-de-juros" target="_blank"&gt;&#xD;
      
           taxa Selic
          &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            está alta, se torna mais vantajoso deixar na renda fixa do que correr o risco de uma fusão ou aquisição, já que pode existir a possibilidade do negócio não vingar”, explicou o especialista.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Mas essa dificuldade do setor parece ser algo momentâneo. Um levantamento realizado por Alexandre Pierantoni, chefe da área de finanças corporativas e M&amp;amp;A da consultoria multinacional Kroll, apontaram que a expectativa de fusões e aquisições pode aumentar em ao menos 15% no próximo ano.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Até outubro de 2022, foram registradas aproximadamente 1.860 transações, segundo a plataforma de tecnologia financeira Transactional Track Record (TTR) – o número é 14% menor que o mesmo período de 2021.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Pierantoni afirma que a retomada deve acontecer por duas razões: uma expectativa de redução dos juros quanto ao patamar atual – 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;a href="https://einvestidor.estadao.com.br/tag/boletim-focus" target="_blank"&gt;&#xD;
      
           boletim Focus
          &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            aponta para uma queda de 2 pontos percentuais em 2023 -; e a instabilidade fiscal no Brasil deve acabar no dia 1º de janeiro.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           “
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;a href="https://einvestidor.estadao.com.br/tag/lula" target="_blank"&gt;&#xD;
      
           Lula (PT)
          &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            definirá suas políticas econômicas, pensando no déficit fiscal e na responsabilidade de gastos, além de anunciar quem irá compor a equipe econômica”, destacou o chefe da Kroll. Com essas informações, o mercado ter maior previsibilidade e fica mais favorável a correr riscos e a realizar fusões e aquisições.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Saiba como aproveitar o mercado
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Tradicionalmente, há uma valorização na cotação das empresas compradas porque ocorre um ágio oferecido pelo comprador, o que movimenta o mercado para um preço do papel próximo ao ofertado.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           E, no caso da companhia que comprou, os ativos caem porque os investidores ficaram receosos para saber quando a empresa adquirida gerará retorno para a compradora. O sócio da Grant Thornton afirmou também que outros motivos podem ser responsáveis pelas quedas desses papéis: a percepção do mercado que o valor pago foi muito elevado; uma visão de perda de foco do negócio da empresa; e a análise de um reposicionamento estratégico equivocado por parte da compradora.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Lana Santos, especialista de Renda Variável e sócia da Acqua Vero Investimentos, acredita que o investidor pode encontrar boas oportunidades nos M&amp;amp;As, contanto que compreenda os termos da operação. “Uma fusão envolve questões complexas para adaptar as operações e alavancar as sinergias existentes entre os negócios, processo que pode levar algum tempo para refletir os bons resultados”.
           &#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            ﻿
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Como as operações são normalmente sigilosas, o investidor pode se informar via fato relevantes, que podem ser acessados pelo site de relação com os investidores das empresas. “Ou acompanhar periodicamente os 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;a href="https://einvestidor.estadao.com.br/" target="_blank"&gt;&#xD;
      
           meios de comunicação
          &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            [para entender como o mercado repercutiu determinada negociação]”, declarou Santos.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           O sócio da Grant Thornton também acredita que a boa oportunidade para os investidores está em acompanhar como será a movimentação e a repercussão do mercado, além de entender quais setores podem estar sujeitos a um movimento de consolidação e quais empresas podem estar melhores posicionadas com a negociação.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Já Felipe Cima, operador de renda variável da Manchester Investimentos, indica que investidores procurem companhias que emitiram 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           follow-ons
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            (oferta de ações subsequentes) recentes, pois é um sinal de que adquiriram capital e podem usá-lo para fazer aquisições. Ele cita o caso da 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;a href="https://einvestidor.estadao.com.br/tag/ambipar-ambp3" target="_blank"&gt;&#xD;
      
           Ambipar
          &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           , que comprou 16 companhias neste ano e 29 em 2021.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Ainda de acordo com Cima, outro fator importante que pode ajudar os acionistas é entender o cenário macroeconômico brasileiro. Por exemplo, na pandemia, o setor de saúde estava aquecido, tanto que a 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;a href="https://einvestidor.estadao.com.br/tag/hapvida-hapv3" target="_blank"&gt;&#xD;
      
           Hapvida
          &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            e a Intermédica tiveram um programa agressivo de compras.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Para 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;a href="https://einvestidor.estadao.com.br/tag/2023" target="_blank"&gt;&#xD;
      
           2023
          &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           , o operador da Manchester acredita que, com os juros a dois dígitos, alguns setores devem ser impactados, ocasionando algumas fusões e aquisições já no primeiro semestre do próximo ano. Entre eles, destaque para o setor de tecnologia, que fica mais enfraquecido e propício a essas operações quando a 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;a href="https://einvestidor.estadao.com.br/tag/taxa-selic" target="_blank"&gt;&#xD;
      
           Selic
          &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            está alta (hoje, está a 13,75%).
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Notícia do
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;a href="https://einvestidor.estadao.com.br/investimentos/fusoes-e-aquisicoes-devem-crescer-em-2023-como-aproveitar/" target="_blank"&gt;&#xD;
      
           E|Investidor
          &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
      <pubDate>Fri, 20 Jan 2023 11:01:48 GMT</pubDate>
      <guid>https://www.casestudyconsultants.pt/fusoes-e-aquisicoes-podem-crescer-15-em-2023-saiba-como-aproveitar</guid>
      <g-custom:tags type="string">M&amp;A</g-custom:tags>
    </item>
    <item>
      <title>O que é o Portugal 2030</title>
      <link>https://www.casestudyconsultants.pt/o-que-e-o-portugal-2030</link>
      <description />
      <content:encoded>&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Enquadramento
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           O Portugal 2030 materializa o 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;a href="https://portugal2030.pt/wp-content/uploads/2022/07/sfc2021-PA-2021PT16FFPA001-2.0_vf.pdf" target="_blank"&gt;&#xD;
      
           Acordo de Parceria
          &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            a estabelecer entre Portugal e a Comissão Europeia, fixando os grandes objetivos estratégicos para aplicação, entre 2021 e 2027, do montante global de 23 mil M€. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            A verba é oriunda do FEDER (Fundo Europeu de Desenvolvimento Regional) – 11,5 mil milhões de euros, acrescidos de 139 milhões de euros relativos à Cooperação Territorial Europeia (CTE); do FSE+ (Fundo Social Europeu) – 7,8 mil milhões de euros; do Fundo de Coesão – 3,1 mil milhões de euros; do Fundo para uma Transição Justa – 224 milhões de euros e do Fundo Europeu dos Assuntos Marítimos, das Pescas e da Aquicultura (FEAMPA) – 393 milhões de euros. 
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            A estes valores, junta-se ainda a transferências para o Mecanismo Interligar Europa – 1.048 mil milhões de euros. 
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A sua programação é feita em torno de cinco objetivos estratégicos da União Europeia: uma Europa mais inteligente, mais verde, mais conectada, mais social e mais próxima dos cidadãos. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           O Portugal 2030 tem como enquadramento estratégico a Estratégia Portugal 2030, aprovada pela 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;a href="https://portugal2030.pt/wp-content/uploads/2021/11/RCM98_2020.pdf" target="_blank"&gt;&#xD;
      
           Resolução do Conselho de Ministros n.º 98/2020
          &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           , de 13 de novembro, estruturada em torno de quatro agendas temáticas centrais para o desenvolvimento da economia, da sociedade e do território de Portugal no horizonte de 2030. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           O Portugal 2030 é implementado através de 12 programas: quatro de âmbito temático – Demografia, qualificações e inclusão; Inovação e transição digital; Ação climática e sustentabilidade e Mar; cinco Regionais, correspondentes às NUTS II do Continente, dois das Regiões Autónomas e um de Assistência Técnica. A estes acrescem os Programas de Cooperação Territorial Europeia em que Portugal participa. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Em conjunto, estes Programas mobilizarão a totalidade dos recursos disponíveis, de forma articulada e coerente, no respeito pelos princípios da simplificação, da transparência, da parceria, da eficácia, da eficiência e da orientação para resultados. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Em linha com a 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;a href="https://portugal2030.pt/wp-content/uploads/2021/11/RCM97_2020.pdf" target="_blank"&gt;&#xD;
      
           Resolução de Conselho de Ministros n.º 97/2020
          &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           , de 13 de novembro, que estabelece os princípios orientadores e a estrutura operacional do período de programação de fundos europeus da política de coesão relativo a 2021-2027, a programação do Acordo de Parceria promove ainda sinergias e complementaridades com outras fontes de financiamento europeu, salvaguardando o risco de duplo financiamento. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;a href="https://portugal2030.pt/portugal-2030/" target="_blank"&gt;&#xD;
      
           Portugal 2030
           &#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            ﻿
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
      <pubDate>Fri, 20 Jan 2023 11:01:47 GMT</pubDate>
      <guid>https://www.casestudyconsultants.pt/o-que-e-o-portugal-2030</guid>
      <g-custom:tags type="string">Economia</g-custom:tags>
    </item>
    <item>
      <title>Portugal deverá atingir meta de 80% da energia a partir de fontes renováveis em 2025</title>
      <link>https://www.casestudyconsultants.pt/siga-estas-simples-orientacoes-para-aproveitar-a-nova-estacao-ao-maximo</link>
      <description />
      <content:encoded>&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Secretário de Estado do Ambiente e da Energia, João Galamba, reforçou ainda, num evento dedicado às comunidades de energia, que o Governo "está a fazer tudo ao seu alcance para redobrar os esforços para colocar Portugal na frente da transição energética".
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Portugal deverá conseguir alcançar a meta dos 80% de eletricidade a partir de fontes renováveis em 2025, afirmou esta segunda-feira o secretário de Estado do Ambiente e da Energia, João Galamba. 
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           "O país já deu provas de que consegue otimizar e maximizar a incorporação de fontes renováveis no seu consumo final de energia. Em 2021, Portugal alcançou cerca de 60% de energias renováveis em termos de produção de eletricidade, sendo o objetivo atingir os 80% em 2030. Mas tendo em conta o que já alcançámos, será possível atingir os 80% já em 2025", afirmou, na abertura da conferência "We Share Energy Summit", organizada em parceria com o Negócios. É o primeiro evento em Portugal dedicado às comunidades de energia, essenciais para a descarbonização da economia e a independência energética.
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Já em novembro, o primeiro-ministro, António Costa, afirmou, durante a Conferência das Nações Unidas sobre Alterações Climáticas (COP27), que as energias renováveis iriam representar 80% do consumo de eletricidade no país até 2026.
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           João Galamba, que participou por vídeo-conferência, lembrou que o compromisso de atingir a neutralidade carbónica até 2050 foi assumido em 2016, sendo a década atual "crucial" para alcançar essa meta.
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           "O caminho exige uma ação conjunta em áreas estratégicas como a eficiência energética, a diversificação de fontes de energia com foco nas renováveis, o aumento da eletrificação de consumo, a promoção de gases renováveis, o reforço e modernização de infraestruturas, a reconfiguração e digitalização do mercado e incentivos à pesquisa e inovação", reforçou.
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           O secretário de Estado referiu que o sistema de eletricidade tradicional era "unidirecional e centralizado", mas que isso "já está a mudar". "Acreditamos que os consumidores de energia têm um papel fundamental a desempenhar no âmbito do sistema elétrico: agindo individualmente, coletivamente ou através de comunidades de energia", disse, sublinhando que "podem passar de consumidores passivos a agentes ativos que produzem eletricidade", não só para consumo, mas também para venda.
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           Isto, garantiu, permitirá reduzir os custos através de poupança nas redes de transportação e distribuição e na otimização de soluções de geração de energia.
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           "Com isto em mente, o Governo tem trabalhado para melhorar a legislação de forma a que esta dê resposta à evolução e aos desafios do mercado", reforçou, garantindo que o Executivo "está a fazer tudo ao seu alcance para redobrar os esforços para colocar Portugal na frente da transição energética".
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Notícia do
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;a href="https://www.jornaldenegocios.pt/empresas/energia/detalhe/portugal-devera-atingir-meta-de-80-da-energia-a-partir-de-fontes-renovaveis-em-2025"&gt;&#xD;
      
           Jornal de Negócios
          &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
      <pubDate>Fri, 20 Jan 2023 10:37:12 GMT</pubDate>
      <guid>https://www.casestudyconsultants.pt/siga-estas-simples-orientacoes-para-aproveitar-a-nova-estacao-ao-maximo</guid>
      <g-custom:tags type="string">Ambiente</g-custom:tags>
    </item>
    <item>
      <title>Ano Novo, novas dificuldades. Juros continuam a subir e janeiro traz novo aumento da prestação mensal</title>
      <link>https://www.casestudyconsultants.pt/mantenha-contato-com-os-visitantes-do-site-e-promova-a-fidelidade</link>
      <description />
      <content:encoded>&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;h2&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Quem tiver contratos de crédito à habitação revistos em janeiro vai voltar a sentir um forte aumento na prestação com a casa. Confira a sua situação
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h2&gt;&#xD;
  &lt;h2&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            ﻿
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h2&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Havia uma luz ao fundo do túnel em relação à subida das taxas de juros e a luz continua acesa. Mas ficou menos cintilante. Parte do brilho foi retirado pelo Banco Central Europeu (BCE) na última reunião de política monetária, a 15 de dezembro.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Christine Lagarde e restantes membros do Conselho de Governadores do BCE reuniram-se como habitualmente em Frankfurt, na Alemanha, para decidir quanto iriam subir as taxas de juro de referência para a zona euro. Os dados já divulgados davam conta de alguma desaceleração na subida da taxa de inflação e as perspetivas eram de algum alívio.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Os mercados antecipavam uma subida de ‘apenas’ 0,5 pontos percentuais depois de duas subidas ‘jumbo’ de 0,75 pontos. E com subidas mais ligeiras de juros do BCE, as taxas Euribor também deveriam subir menos. E subindo menos as taxas Euribor, aumentariam menos as prestações de quem tem crédito à habitação.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           As expectativas confirmaram-se. O BCE apenas subiu as suas taxas diretoras em 0,5 pontos percentuais.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Mas as boas notícias duraram muito pouco. Juntamente com o anúncio de uma subida mais modesta dos juros vinha também um comunicado arrasador do BCE onde se afastava qualquer esperança de que o pior já teria passado.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           “O Conselho do BCE decidiu hoje aumentar as três taxas de juro diretoras em 50 pontos base e, com base na revisão substancial em alta das perspetivas de inflação, espera aumentá-las ainda mais”. Mas o BCE foi ainda mais longe. “As taxas de juro terão ainda de subir significativamente a um ritmo constante para atingir níveis suficientemente restritivos para assegurar um regresso atempado da inflação ao objetivo de 2% a médio prazo”.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Nota:
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           O BCE tem três taxas de juro de referência:
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           - A taxa das operações principais de refinanciamento. A taxa à qual os bancos podem contrair empréstimos junto do BCE pelo prazo de uma semana: está atualmente nos 2,5%, mas foi de zero entre março de 2016 e julho deste ano;
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           - A taxa de depósito, que determina os juros que os bancos recebem pelos depósitos realizados junto do BCE: está atualmente em 2%. Mas entre julho de 2012 e junho de 2013 era de zero. E entre junho de 2013 e julho deste ano era negativa, obrigando os bancos a pagar pelos depósitos que faziam no BCE;
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           - E a taxa de cedência de liquidez, que determina o juro que os bancos pagam quando contraem empréstimos junto do BCE pelo prazo de um dia (overnight). Está atualmente em 2,75%.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Depois do comunicado, na conferência de imprensa que se seguiu à reunião, o tom de 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;a href="https://cnnportugal.iol.pt/bce/bce-acompanha-fed-e-sobe-taxa-de-juro-em-50-pontos-base/20221215/639b1ec50cf2aea78582878c" target="_blank"&gt;&#xD;
      
           Christine Lagarde
          &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            não foi diferente. E depois dessa conferência de imprensa, as declarações feitas por membros do Conselho de Governadores do BCE também foram no mesmo sentido.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           E estas declarações alteraram as expectativas que havia no mercado.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           “Alteraram substancialmente”, afirma Paulo Rosa, economista sénior do Banco Carregosa, sublinhando que antes da reunião, “o mercado antecipava uma taxa de juro terminal em 2023 à volta dos 2,83%”, mas nos momentos que se seguiram à reunião e durante a conferência de imprensa, a “subida foi significativa” para “uma taxa terminal no final do dia 15 de dezembro de 3,2%”. E “atualmente a taxa de juro terminal do BCE antecipada pelo mercado é de 3,45%, esperando os investidores que esse valor seja atingido a meio do verão do próximo ano, mais concretamente na reunião de política do BCE no dia 27 de julho de 2023”.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Filipe Garcia, presidente e Economista da IMF, Informação de Mercados Financeiros, recorda que a decisão do BCE em subir as taxas em 0,5 pontos percentuais “não apanhou ninguém de surpresa”, mas o discurso de Lagarde e de outros membros do BCE “tem endurecido” porque “os sinais de recessão já não são tão fortes ou evidentes”.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Para o economista, há uma outra explicação possível. Depois de uma subida de apenas meio ponto percentual, o discurso mais agressivo pode ter sido “uma forma de satisfazer os membros que desejavam uma taxa mais alta”.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Certo é que as expectativas do mercado são, agora, de que “a taxa de depósitos, atualmente nos 2%, suba mais 150 pontos em 2023 para 3,5%, com a última subida a acontecer algures entre junho e julho”, sublinha Filipe Garcia, adiantando que depois disso, a taxa “deverá manter-se nesses níveis” podendo haver alguma probabilidade de corte no final do ano.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           E com as taxas de juro do BCE a poderem subir mais 1,5 pontos percentuais, o efeito nas Euribor será inevitável.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           “É provável que ainda se agravem um pouco mais (…), mas à medida que a economia desacelera, penalizada sobretudo pela forte alta dos juros, a inflação também recue e possibilite uma reversão da alta dos juros no final de 2023”, perspetiva Paulo Rosa. Mas mesmo apesar da volatilidade que se tem vindo a verificar, Filipe Garcia lembra que o mercado já desconta para as taxas Euribor “um máximo de 3,7% em junho de 2023”.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h2&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A luz ao fundo do túnel
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h2&gt;&#xD;
  &lt;h2&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/h2&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Olhando para o que já aconteceu e não para o que vai acontecer, a tal luz ao fundo do túnel em relação às taxas Euribor mantém-se, mas menos cintilante.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           As taxas médias mensais têm vindo a aumentar de forma constante desde o início de 2022 e esse aumento estava a ser cada vez maior de mês para mês até atingir um máximo em setembro. A partir desse mês, mesmo aumentando sempre, a subida foi sendo mais pequena. E em dezembro o mesmo aconteceu: a subida em relação a novembro foi menor que a subida ocorrida entre novembro e outubro. Mas há um claro antes e depois de 15 de dezembro, no dia da reunião do BCE.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Entre 1 e 15 de dezembro a Euribor a 12 meses, por exemplo, apenas tinha subido 0,025 pontos percentuais. Mas na segunda quinzena de dezembro o aumento foi de 0,424 pontos.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h2&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Subida nas prestações pode chegar aos 270 euros
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h2&gt;&#xD;
  &lt;h2&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/h2&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Com maior ou menor subida, certo é que quem tiver crédito à habitação cujos contratos sejam revistos em janeiro de 2023 vão sentir um forte aumento da prestação mensal.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Em especial quem tenha contratos indexados à Euribor a 12 meses. Para um contrato de 150 mil euros a 30 anos e com um spread de 1%, o aumento da prestação pode chegar quase a 270 euros. E mesmo para quem apenas já só deva 25 mil euros ao banco, a subida poderá atingir quase 45 euros.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Nos casos de crédito à habitação indexados à Euribor a seis meses, a subida face à última prestação não será tão significativa, mas já será a segunda revisão desde janeiro de 2022.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Neste caso o aumento da prestação pode chegar aos 185 euros, num empréstimo de 150 mil euros, mas no conjunto do ano, o aumento passa os 232 euros.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           E por fim, no caso de um contrato indexado à Euribor a três meses, a subida será ainda menor, mas será também a quarta vez, no espaço de um ano, em que a prestação aumenta. A subida em janeiro poderá atingir os 82 euros, mas no conjunto do ano o aumento já será de 194 euros.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Notícia da
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;a href="https://cnnportugal.iol.pt/bce/taxas-de-juro/ano-novo-novas-dificuldades-juros-continuam-a-subir-e-janeiro-traz-novo-aumento-da-prestacao-mensal/20230102/63af1e440cf2254fb28b1a2d" target="_blank"&gt;&#xD;
      
           CNN Portugal
          &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
      <pubDate>Fri, 20 Jan 2023 10:37:12 GMT</pubDate>
      <guid>https://www.casestudyconsultants.pt/mantenha-contato-com-os-visitantes-do-site-e-promova-a-fidelidade</guid>
      <g-custom:tags type="string">Fundos Comunitários</g-custom:tags>
    </item>
    <item>
      <title>Rally “Negro”</title>
      <link>https://www.casestudyconsultants.pt/rally-negro</link>
      <description />
      <content:encoded>&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           À semelhança do que tem acontecido com o mercado accionista, o mercado das commodities energéticas tem-se apresentado muito volátil, influenciado não só por factores do lado da oferta como também do lado da procura, pelo que ainda é muito cedo dizer com exactidão, qual será a tendência futura até haver um novo ponto de equilíbrio.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Apesar do “ouro negro” ter superado esta semana a fasquia dos 40 USD/bbl, sobretudo em reflexo dos inventários norte-americanos e das expectativas em torno da reunião dos países da Organização dos Países Exportadores de Petróleo (OPEP) e a Rússia, que se realizará em Abril, na esperança de a produção de petróleo ser cortada, ainda é prematuro antever com rigor uma trajectória crescente dos preços. A depreciação do Dólar norte-americano, diante da Reserva Federal do EUA ter decidido manter as taxas de juro directoras, também contribuiu para a subida da matéria-prima nos mercados internacionais.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Desde o início do mês de Março, que o preço do barril WTI cotado em Nova Iorque subiu 16,86%, de 33,75 USD/bbl em 29 de Fevereiro para 39,44 USD/bbl em 18 de Março; enquanto que o preço do barril Brent cotado em Londres e de referência para as Ramas angolanas, subiu 14,54%, de 35,97 USD/bbl em 29 de Fevereiro para os 41,20 USD/bbl em 18 de Março, atingindo máximos de três meses.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Este cenário de subida poderá ser a esperança para países que dependem quase exclusivamente da receita do petróleo, como é o caso de Angola. Qualquer alteração da sua cotação contribui significativamente para a posição da sua Balança de Pagamentos com o exterior, tendo repercussões ao nível interno, como a entrada de menos divisas no mercado, nomeadamente de Dólares; a subida do nível geral de preços da cesta básica, apesar dos preços dos bens alimentares no mercado internacional estarem em queda; e, sobretudo, gera pobreza e agitação social.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            É por essa razão, que os países dependentes do petróleo, monoprodutores e monoexportadores, deverão alterar o seu paradigma de modelo de crescimento económico, apostando em outros sectores-chave da economia, como por exemplo, agro-indústria, floresta, pesca, exploração de recursos minerais, rochas ordenamentais, bebidas e águas, cimento, turismo, etc.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Nenhum dos países da OPEP respira “democracia”, sendo comandados por um estado totalitarista, em que o domínio das reservas petrolíferas é conquistado por guerras e contaminado por corrupção. Esses actos ilícitos e violadores dos direitos humanos alimentam as elites locais despesistas, constituindo o lado mais negro e perigoso deste recurso escasso.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Há quem diga que estamos perante o início do fim da era do petróleo convencional, pelo menos em patamares elevados. Com o advento da extracção de petróleo proveniente 2 de gás betuminoso de xisto e o fim das sancções económicas ao Irão, verificou-se um excesso de oferta de petróleo global sem precedentes, jamais sentidos na história energética. O Irão desde 1997 que não produzia tanto petróleo, ao ter superado a barreira dos 3 mil barris diários no início do ano, tendo intenção de produzir até ao final do ano 4 mil barris diários. Por outro lado, o abrandamento da economia chinesa, em busca de menores matérias-primas, conduziu a uma quebra na procura global, pelo que o desequilíbrio entre a oferta e a procura permanecerá no curto prazo, até que os indicadores económicos se apresentem sólidos, despistando qualquer receio por parte dos investidores, pelo que se apela a muita precaução, pelo menos por enquanto, recomendando-se evitar excessos irracionais.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Alguns bancos internacionais de referência, como o Banco Nacional de Abu Dhabi e a Goldman Sachs, antecipam que o excesso de oferta de petróleo no mercado perdurará até 2017, podendo atingir um pico mínimo de 20 USD/bbl, voltando depois a situar-se num intervalo compreendido entre os 25 e os 45 USD/bbl no resto do ano. É neste intervalo de preços que possivelmente se definirá um novo equilíbrio entre a oferta e a procura, pelo menos até ao final deste ano.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            ﻿
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
      
           Os actuais níveis de preços do petróleo poderão causar mais falências no sector petrolífero, levando à diminuição da capacidade de produção e refinação e à redução do investimento no sector. Só depois da eliminação da concorrência no mercado é que os preços tornar-se-ão robustos, mas nunca em patamares iguais aos dos anos anteriores, isto porque estamos a assistir a um choque tecnológica, em que a introdução de uma inovação gera competitividade de preços.
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
      <pubDate>Sun, 20 Mar 2016 16:06:48 GMT</pubDate>
      <guid>https://www.casestudyconsultants.pt/rally-negro</guid>
      <g-custom:tags type="string" />
    </item>
    <item>
      <title>Quais os impactos potenciais na economia e nos mercados financeiros da ocorrência de um cenário prolongado de deflação</title>
      <link>https://www.casestudyconsultants.pt/quais-os-impactos-potenciais-na-economia-e-nos-mercados-financeiros-da-ocorrencia-de-um-cenario-prolongado-de-deflacao</link>
      <description />
      <content:encoded>&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Quais os impactos potenciais na economia e nos mercados financeiros da ocorrência de um cenário prolongado de
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           deflação?
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Num cenário de redução generalizada e prolongada dos preços de bens e serviços, as famílias adiam os seus consumos mais significativos, as empresas prorrogam as suas decisões de investimento e os bancos retardam os empréstimos, na expectativa de que no futuro os preços desçam ainda mais. Os agentes económicos adiam aquilo que faz crescer a economia, e com isso, também adiam os impostos que deveriam legalmente pagar, originando graves problemas para as contas fiscais do Estado.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Aqueles que se encontram numa situação de endividamento grave, o cenário complicase ainda mais. Com a desaceleração continuada dos preços na economia, os imóveis das famílias que serviam como hipoteca desvalorizam e a dívida aumenta (mas os créditos e os juros não descem)
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;sup&gt;&#xD;
      
           1
          &#xD;
    &lt;/sup&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            .
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            O mesmo acontece com as dívidas das empresas que possuíam activos como garantia. Com menos consumo e menos investimento, a actividade económica retrai, os salários e o emprego também, entrando-se num ciclo virtuoso, no qual, quanto mais endividada a economia e os mercados financeiros estiverem pior será para a sua recuperação.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Se ocorrer uma verdadeira situação de deflação numa altura de crise de dívida soberana, esta poderá causar uma depressão económica profunda, dado que amplia no tempo os efeitos nefastos para a economia, como o desemprego das famílias, a insolvência das empresas, a diminuição da concessão de crédito, etc. São graves problemas e que já aconteceram nos EUA em 1929 durante o Crash bolsista e no Japão, nas últimas duas décadas, que criaram uma armadilha de dívida
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        &lt;sup&gt;&#xD;
          
             2
            &#xD;
        &lt;/sup&gt;&#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            .
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Posto isto, pode-se afirmar que a deflação é uma ameaça superior à inflação para a economia e, olhando para os dados mais recentes, tanto da Zona Euro como de Portugal, há razões para preocupação
            &#xD;
        &lt;sup&gt;&#xD;
          
             3
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            .
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
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  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Para combater o risco de deflação, o BCE poderá recorrer a alguns instrumentos de política monetária. Este poderá mexer na taxa de juro de referência, mas também poderá injectar liquidez nas instituições financeiras ou até mesmo comprar dívida. No caso da última opção, esta levanta problemas legais uma vez que o Banco Central não está autorizado até ao momento de comprar dívida no mercado primário. É por isso que o BCE está cada vez mais pressionado a intervir para manter a estabilidade de preços (visando manter a inflação abaixo mas próxima de 2%). No dia 5 de Junho de 2014, o BCE cortou a taxa de juro de referência para o mínimo histórico de 0,15%, com o intuito de combater a descida dos preços.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
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      &lt;br/&gt;&#xD;
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  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
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  &lt;p&gt;&#xD;
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      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
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  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            1 No cenário de deflação, a taxa real é superior e isso reflecte-se nos créditos. No caso da dívida pública, torna-se mais difícil liquidar os empréstimos.
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      &lt;/span&gt;&#xD;
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  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
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      &lt;br/&gt;&#xD;
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  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            2 Após um combate de duas décadas contra a deflação, a economia japonesa está agora a caminhar para um período de recuperação. Por exemplo, em Abril de 2014, o Governo nipónico colocou o imposto sobre o consumo em 8,0% contra os anteriores 5,0%. Desde que tomou posse em Dezembro de 2012, o Primeiro-Ministro Shinzo Abe tem implementado um conjunto de medidas (estímulos económicos, política monetária expansionista e reformas estruturais) com o objectivo de tirar o país da estagnação.
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      &lt;/span&gt;&#xD;
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  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
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      &lt;br/&gt;&#xD;
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    &lt;span&gt;&#xD;
      
           3 Os números mostram que em Maio de 2014, a taxa de inflação anual na Zona Euro atingiu os 0,5%, de acordo com dados do Eurostat, uma descida face aos 0,7% registados em Abril, sendo Portugal um dos países periféricos mais vulneráveis ao problema, tendo apresentado uma inflação negativa de -0,44% em Maio, segundo o INE.
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    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
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      <pubDate>Sun, 06 Jul 2014 15:13:31 GMT</pubDate>
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